Anima

(…)

Eu queria ser demente na varanda de meu pai
Mijar as flores, sorrir da lua como um louco
ou um cavalo
E não saber a quem ponho fogo a quem recebo a quem falo
E não saber que adormeço
E não ter entre acordado e dormido os intervalos do sonho
Sonhar sempre sem intervalo.

– Capinan

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