La Dolce Vita (Monólogo de Steiner)

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Às vezes à noite, esta escuridão, este silêncio, me pesam. É a paz que me dá medo. Temo a paz mais do que qualquer outra coisa: me parece ser somente uma aparência, que esconde o inferno. Penso no que verão os meus filhos amanhã… O mundo será maravilhoso, dizem. Mas sob que ponto de vista, se basta um toque de telefone para anunciar o fim de tudo?
É preciso viver fora das paixões, além dos sentimentos, na harmonia que existe na obra de arte bem-sucedida, naquela ordem encantada… Devemos conseguir amar tanto a ponto de vivermos fora do tempo, afastados.. afastados

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Uma resposta

  1. Qualche volta, la notte, quest’oscurità, questo silenzio, mi pesano. È la pace che mi fa paura. Temo la pace più di ogni altra cosa: mi sembra che sia soltanto un’apparenza, e che nasconda l’inferno. Pensa cosa vedranno i miei figli domani… Il mondo sarà meraviglioso, dicono. Ma da che punto di vista, se basta uno squillo di telefono ad annunciare la fine di tutto?
    Bisognerebbe vivere fuori dalle passioni, oltre i sentimenti, nell’armonia che c’è nell’opera d’arte riuscita, in quell’ordine incantato… Dovremmo riuscire ad amarci tanto da vivere fuori dal tempo, distaccati… distaccati

    maio 8, 2014 às 4:09 am

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